Nesse domingo (04/12) mais uma edição do Trilhas Urbanas percorreu o território de Maringá. O local escolhido foi as imediações do antigo aeroporto. Não bastasse o vazio urbano deflagrado na região, o grupo se deparou com um terreno de 32 alqueires, onde se pratica agricultura com uso de agrotóxicos. A coordenadora do Observatório das Metrópoles Núcleo UEM/Maringá, Ana Lúcia Rodrigues, enfatiza que a prática agrícola nesses moldes está em descumprimento com toda a legislação nacional, do Estado e da cidade. Ela lembrou que o Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo, desde 2008. E que no dia anterior (03/12) foi o Dia Mundial de Luta contra os Agrotóxicos.
domingo, 4 de dezembro de 2016
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
Observatório das Metrópoles inicia pesquisa sobre população em situação de rua
O Observatório das Metrópoles Núcleo Maringá/UEM inicia a segunda pesquisa
sobre população em situação de rua em Maringá. A coleta de dados iniciou nesta terça-feira
(29/11) com a participação de diversos colaboradores como acadêmicos, profissionais
das atividades pertinentes a execução de projetos ligados a órgãos municipais, entidades
da sociedade e voluntários das diferentes áreas de atuação junto a esta
população. O ponto de partida foi a Praça Raposo Tavares e seguiu trajetos distintos pela cidade com diversas equipes.
A proposta da pesquisa é identificar a quantidade e o perfil destas
pessoas. Também estão inseridas na pesquisa questões relacionadas a como os pesquisados
percebem a sociedade em relação à pessoa em situação de rua, os motivos que as levaram
a estarem em situação de rua, o modo como sobrevivem, onde buscam a satisfação
de suas necessidades básicas e de saúde.
Conforme a coordenadora do Observatório das Metrópoles RMM/UEM, Ana
Lúcia Rodrigues, a pesquisa referente a essa problemática social, pode oferecer
ao poder público, mais informações para auxiliar na elaboração e execução de ações
em favor destas pessoas.
A pesquisa sobre população em situação de rua em Maringá ocorre em
parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania (SASC) de
Maringá e o Centro de Referência Especializado para População de Rua (Centro
POP). A estimativa de conclusão da coleta de dados é até janeiro de 2017. A
primeira pesquisa foi realizada entre dezembro de 2015 e janeiro de 2016.
terça-feira, 29 de novembro de 2016
Trilhas Urbanas nesse domingo em Maringá
No dia 4 de dezembro o percurso será na região do Parque Residencial Aeroporto, nas imediações da Avenida José Alves Nendo, onde está localizado o antigo aeroporto. O intuito é caminhar pelo território e visualizar os aspectos urbanísticos sob o viés da função social da cidade.
A saída da trilha ocorre às 8h30, em frente a agência da Caixa Econômica Federal, no Câmpus Sede da UEM. O acesso é gratuito e aberto ao público.
A saída da trilha ocorre às 8h30, em frente a agência da Caixa Econômica Federal, no Câmpus Sede da UEM. O acesso é gratuito e aberto ao público.
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
Segunda pesquisa sobre população em situação de rua inicia com treinamentos
O
Observatório das Metrópoles Núcleo Maringá/UEM inicia a fase de treinamentos
para realização da segunda pesquisa sobre população em situação de rua em
Maringá. A primeira turma recebeu todas as informações pertinentes a coleta de dados nesta sexta-feira (25/11), no período da tarde, na sede do núcleo localizada no Bloco 5 do câmpus sede da universidade. A estimativa de execução da pesquisa é até janeiro de 2017.
A
primeira pesquisa sobre população em situação de rua em Maringá ocorreu entre dezembro de 2015 e janeiro de 2016. O objetivo
da coleta de dados na ocasião, assim como o da nova edição, constitui-se em identificar
a quantidade e o perfil desta população. Outros itens a serem pesquisados são os
motivos que levaram tais pessoas a estarem em situação de rua, como estão suas
relações familiares, o modo como sobrevivem, onde buscam a satisfação de suas necessidades
básicas e de saúde, e como os pesquisados percebem a sociedade em relação à
pessoa em situação de rua.
A
coordenadora do Observatório das Metrópoles RMM/UEM, Ana Lúcia Rodrigues, acrescenta
que a proposta da pesquisa continua sendo de investigar a condição real da
população em situação de rua, com intuito de que, por meio da multiplicação do
conhecimento sobre tal problemática social, seja possível oferecer ao poder
público, informações para subsidiar ações em favor destas pessoas.
A
coleta de dados ocorre em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência
Social e Cidadania (SASC) de Maringá e o Centro de Referência Especializado para
População de Rua (Centro POP). Também participam da pesquisa colaboradores de
outros órgãos municipais, das entidades da sociedade e voluntários das diferentes
áreas de atuação junto a esta população, assim como acadêmicos e profissionais das
atividades pertinentes a execução do projeto.
Primeira
Pesquisa - Na primeira pesquisa realizada entre dezembro de 2015 e janeiro de
2016, um dos destaques foi que em relação ao total da população em situação de
rua pesquisada em Maringá, identificou-se que 88% são homens, sendo que 72% se
declararam pretos ou pardos, cuja faixa etária mais prevalente se dá entre 30 a
55 anos.
| Treinamento ocorreu na sede do Observatório, Bloco 5 do Câmpus Sede da UEM |
| Também participam da pesquisa acadêmicos e profissionais das atividades pertinentes a execução do projeto |
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
Observatório é contemplado em edital do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
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| foto: ASC/UEM |
O Observatório das Metrópoles, Núcleo da Universidade Estadual de Maringá (UEM)/Maringá, foi contemplado num Edital do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), para desenvolver um programa sobre o Direito à Cidade, focado na avaliação dos desafios para assegurar o bem-estar urbano no Brasil. O projeto da UEM obteve o 2º lugar na classificação entre os projetos das áreas de Ciências Humanas e Ciências Sociais Aplicadas.
O anúncio foi feito pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que divulgou a lista dos 101 projetos que darão continuidade a um dos maiores programas de ciência e tecnologia do Brasil — os INCTs (Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia).
A equipe da Rede Observatório das Metrópoles comemora o resultado e apresenta à comunidade científica brasileira o seu mais novo programa de pesquisa, intitulado “As Metrópoles e o Direito à Cidade: conhecimento, inovação e ação para o desenvolvimento urbano”.
Este programa terá foco na avaliação dos desafios para assegurar o bem-estar urbano no país, a partir da análise de temas como direito à cidade, cidadania metropolitana, governança, regimes urbanos, financeirização da cidade e gestão participativa.
Para Ana Lúcia Rodrigues, professora da UEM e coordenadora do Núcleo do Observatório das Metrópoles em Maringá, a aprovação no novo Edital INCT "assegura a continuidade da nossa rede nacional de pesquisa e a participação do Núcleo do Observatório UEM/Maringá, no desenvolvimento de pesquisas compartilhadas nacionalmente pelos núcleos regionais".
Sobre a temática que unifica a pesquisas dos observatórios em âmbito nacional, que é o Direito à Cidade, a professora Ana Lucia enfatiza que “neste momento em que o país se vê diante da ameaça de retrocessos e do risco da perda de direitos sociais conquistados, o conhecimento sobre o Direito a Cidade se reveste de maior importância ainda, e esse debate terá um caráter estratégico nos próximos anos, diante dos efeitos da crise sobre as cidades brasileiras.”
Na opinião do coordenador nacional da Rede Observatório das Metrópoles, professor Luiz Cesar de Queiroz Ribeiro, o resultado positivo no Edital INCT nº 16/2014 é o reconhecimento da excelência acadêmica e da relevância social da produção científica do Observatório e também a possibilidade de dar continuidade às pesquisas sobre a temática urbana-metropolitana no país.
sexta-feira, 11 de novembro de 2016
TRILHAS URBANAS: CRONOGRAMA DE PASSEIOS AOS DOMINGOS
| Região do antigo aeroporto de Maringá, vazios urbanos. |
O
projeto Trilhas Urbanas, de iniciativa do Observatório das Metrópoles Núcleo
RMM/UEM e do Proext Direito à Cidade, segue com cronograma de atividades no mês
de novembro e dezembro. As visitas serão aos domingos e contemplarão espaços
distintos do município de Maringá.
A
próxima rota está agendada para o dia 20 de novembro, domingo. O destino será
as imediações de um condomínio residencial fechado, localizado na área rural de
Maringá, e a Escola Rural Delfim Moreira, onde ainda existem famílias abrigadas,
em caráter provisório, desde janeiro de 2014.
No
dia 27 de novembro a trilha será no território do Câmpus Sede da UEM. O
objetivo é propiciar aos participantes um trajeto para vivenciar a perda do território
da universidade, de aproximadamente 43% em relação à área original.
No
dia 4 de dezembro o percurso será na região do Parque Residencial Aeroporto,
nas imediações da Avenida José Alves Nendo, onde está localizado o antigo
aeroporto. O intuito é caminhar pelo território e visualizar os aspectos
urbanísticos sob o viés da função social da cidade.
A
saída das três trilhas ocorre às 8h30, em frente a agência da Caixa Econômica
Federal, no Câmpus Sede da UEM. O acesso é gratuito e aberto ao público.
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
Vídeo documentário registra programa de extensão do Observatório das Metrópoles
Um vídeo
documentário é a mais recente proposta do Proext – Programa de Extensão
Universitária – “Implementação do
direito à cidade por meio de capacitação de agentes sociais do município de
Maringá (PR)”, desenvolvido pelo Observatório das Metrópoles Núcleo RMM/UEM. O
objetivo é registrar as atividades desenvolvidas durante o projeto para
utilizá-lo como instrumento didático sobre o Direito à Cidade.
As gravações iniciaram na segunda quinzena
de outubro e devem seguir até o próximo mês, com foco no Trilhas Urbanas, uma
das atividades integrantes do programa. Além disso, todos os registros em áudio
e imagem feitos desde o seu início da sua implementação também compõem o trabalho.
De acordo com a coordenadora do
Observatório das Metrópoles Núcleo RMM/UEM, Ana Lúcia Rodrigues, o objetivo do
vídeo documentário é registrar o processo de aprendizado, pesquisa e extensão o
Direito à Cidade, de maneira que todos os cidadãos, ao acessarem o material possam
vivenciar essa experiência e se apropriar de seus direitos.
Nesse sentido, o Trilhas Urbanas foi
escolhido como enfoque do vídeo documentário, em razão de se adequar melhor a
essa dinâmica de disseminação do conhecimento. Na atividade, os participantes
caminham por determinado território, selecionado previamente pelos alunos, para
visualizar os aspectos urbanísticos sob
o viés da função social da cidade. “O conteúdo trabalhado durante as aulas se
estende as ruas, para os alunos poderem vivenciar e debater suas percepções
sobre a cidade real”, enfatiza Ana Lúcia.
O trajeto também é uma oportunidade para os
bolsistas do Proext conversarem com a comunidade e descobrirem como os
moradores pensam o bairro onde moram. E para estabelecer um vínculo permanente
com os moradores e ampliar o debate a respeito das necessidades urbanas, um material
impresso é entregue nos domicílios e estabelecimentos comerciais, fornecendo
dados sobre a realidade local, leis vigentes, bem como os meios de comunicação
e contato do Observatório das Metrópoles para acessar mais informações e/ou
solicitar palestras gratuitas sobre a temática.
Aberto também a participação da comunidade, o
Trilhas Urbanas iniciou em 2014 e, desde então, disponibiliza cronograma de
visitas tanto na cidade polo, Maringá, quanto nos municípios da RMM. O
propósito é compartilhar informações sobre o Direito à Cidade, de maneira clara
e simples. Ao final do percurso é ministrada uma aula de sociologia urbana a
céu aberto. O Proext é uma ação
do MEC - Ministério da Educação - e do MCidades - Ministério das Cidades.
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