segunda-feira, 14 de agosto de 2017
sexta-feira, 30 de junho de 2017
Observatório das Metrópoles inicia terceira pesquisa Sobre a População em Situação de Rua em Maringá
O
Observatório das Metrópoles Núcleo Maringá/UEM, por meio de seus pesquisadores,
docentes e estudantes, inicia na próxima segunda-feira, dia 3 de julho, a
terceira pesquisa sobre População em Situação de Rua em Maringá. O período para
realização da coleta de dados mudou do final para o meio do ano - nas edições
anteriores ocorreu em dezembro.
Um
fator considerado para a mudança de período da pesquisa é a preparação da
cidade para as festividades de final de ano e o consequente afastamento dessa
população das áreas centrais ou do próprio município, além de ser período
eleitoral o que também interfere no volume normal de pessoas nas ruas, como explica
a coordenadora do Observatório das Metrópoles Núcleo Maringá/UEM, Ana Lúcia
Rodrigues.
Um
resultado esperado é para essa edição da pesquisa é o aumento na quantidade de
pessoas e maior pluralidade do perfil encontrado, se comparado às pesquisas
anteriores realizadas em 2015 e 2016. Alguns dos itens a serem pesquisados são
os motivos que levaram tais pessoas à situação de rua, como estão suas relações
familiares, o modo como sobrevivem, onde buscam a satisfação de suas
necessidades básicas e de saúde, e o que os pesquisados acham que as pessoas
residentes pensam sobre pessoas em situação de rua.
A
proposta da pesquisa continua sendo investigar a condição real dessa população
com o intuito de, por meio da multiplicação de informações e conhecimentos
sobre tal problemática social, seja possível oferecer ao poder público, subsídios
para ações em favor destas pessoas. Além disso, se busca diminuir a condição de
invisibilidade em que essas pessoas sempre se encontram na cidade. A estimativa
de execução da pesquisa é até agosto de 2017.
A
pesquisa ocorre em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social e
Cidadania (SASC) de Maringá e o Centro de Referência Especializado para
População de Rua (Centro POP). Também participam da pesquisa colaboradores de
outros órgãos municipais, das entidades da sociedade e voluntários das
diferentes áreas de atuação junto a esta população, assim como acadêmicos e
profissionais das atividades pertinentes a execução do projeto, em especial a
área da saúde.
(*Se
chover na segunda (3) a data de início da pesquisa pode ser remanejada para uma
outra ocasião.)
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| Registro da segunda pesquisa de população em situação de rua em 2016. |
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| Pesquisadores, docentes, alunos e voluntários participam da coleta de dados. |
domingo, 23 de abril de 2017
Observatório das Metrópoles inicia preparativos para início do Programa CNPq/INCT
O Observatório das
Metrópoles Núcleo Maringá/UEM inicia as reuniões de planejamento e organização
da equipe de trabalho para o Programa CNPq/INCT (Conselho Nacional de
Desenvolvimento Científico e Tecnológico/Instituto Nacional de Ciência e
Tecnologia). O grupo de pesquisadores, composto por professores, estudantes e
profissionais multidisciplinares, vai ser responsável pela execução das
atividades propostas de 2017 a 2020, período de execução do projeto.
O primeiro encontro
ocorreu na última semana na sede do núcleo com a participação dos diversos
pesquisadores principais e associados. Na ocasião foi apresentado o programa de
pesquisa, cujo título é “As Metrópoles e o Direito à Cidade: conhecimento,
inovação e ação para o desenvolvimento urbano”.
A coordenadora do
Núcleo Maringá/UEM do Observatório das Metrópoles, Ana Lúcia Rodrigues, destaca
que com foco na Região Metropolitana de Maringá (RMM), os temas a serem
desenvolvidos neste programa incluem a avaliação dos desafios para assegurar o
bem-estar urbano, a partir da análise de temas como direito à cidade, cidadania
metropolitana, governança, regimes urbanos, financeirização da cidade e gestão
participativa.
De maneira geral, a
Rede Nacional Observatório das Metrópoles se prepara para essa nova etapa, com
objetivo primeiro de difundir e ampliar a relevância do debate metropolitano
para o desenvolvimento nacional, construindo uma nova concepção do pensamento
urbano que possa superar a fragmentação, o localismo político, a competição e a
ausência de governança metropolitana.


segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
Retornamos ao trabalho nesta terça-feira
sexta-feira, 23 de dezembro de 2016
Diagnóstico: análise de indicadores de garantia e violação de direitos das crianças e adolescentes é foco de pesquisa do Observatório das Metrópoles
O Observatório das Metrópoles Núcleo UEM/Maringá coordena e executa um projeto de Diagnóstico da Política de Atendimento Integral de Crianças e Adolescentes no município de Paranavaí. A pesquisa está sendo realizada em razão de convênio firmado entre a Prefeitura, Secretaria Municipal de Assistência Social e Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescentes (CMDCA) com a Universidade Estadual de Maringá (UEM).
A realização do diagnóstico tem como foco principal a obtenção de informações primárias e secundárias de indicadores das ocorrências de ameaças ou violações dos direitos fundamentais das crianças e dos adolescentes, bem como identificar os locais na cidade onde estão concentradas as ocorrências de vulnerabilidades associadas a todos os direitos fundamentais. O estudo constitui-se em um importante instrumento que possibilita analisar a situação atual, fazer comparações e avaliar mudanças ao longo do tempo para um efetivo planejamento e tomada de decisões dos agentes públicos.
De acordo com o pesquisador do Observatório das Metrópoles Núcleo UEM/Maringá e coordenador do projeto, Ricardo Peres da Costa, o município de Paranavaí, por meio do CMDCA, vê no Diagnóstico uma oportunidade de transformar uma necessidade antiga em realidade.
“É imprescindível para toda população e, em especial aos órgãos que compõem o Sistema de Garantia de Direitos, bem como as instituições de atendimento a criança e ao adolescente, conhecerem a realidade, fragilidades e potencialidades do município para, a partir do diagnóstico, propor ações mais eficazes e efetivas com intuito de prevenir e/ou combater as situações de vulnerabilidade e risco ao qual este segmento da população está exposto”, declara Ricardo.
Através da pesquisa pretende-se ajudar o município a aprimorar ou ampliar as políticas locais de proteção integral das crianças e adolescentes. Além da transformação qualitativa no processo de planejamento e gestão dessas políticas públicas, que devem funcionar de forma transversal, intersetorial e articulada em fluxos e redes de proteção. A normativa do Sistema de Garantia de Direitos exige prioridade absoluta do município.
Para o coordenador da pesquisa, os maiores beneficiários diretos do Diagnóstico serão “as crianças e adolescentes vítimas de violências, que poderão alçar vez e voz através de números, sua efetiva presença nas políticas de atendimento”. A quantidade estimada de beneficiários indiretos do diagnóstico é em torno de 20.000 crianças e adolescentes de 0 à 17 anos, além dos funcionários públicos e membros de entidades que atuam diretamente com esta população.
A pesquisa foi dividida em quatro etapas de trabalho, sendo a primeira composta de levantamento, organização e o georreferenciamento de algumas bases de Microdados da Amostra e de Dados do Universo a partir da análise do Censo Demográfico disponibilizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Concomitante a esse processo, a equipe responsável construirá uma ferramenta composta por levantamento e mapeamento do conjunto dos Serviços e da Rede de Atendimento, com objetivo de identificar as capacidades e necessidades de serviços no município para a efetivação da política, tendo como referência o conjunto dos serviços mantidos com recursos públicos.
Na terceira etapa serão realizadas oficinas com os profissionais que atuam na rede de proteção e com crianças e adolescentes do município que frequentam instituições comunitárias e/ou programas de atendimento. E, depois da elaboração das três etapas iniciais, as condições materiais e técnicas estarão completas para consolidar os diagnósticos e entregar os diversos relatórios com mapas e indicadores que comporão o relatório final. A quarta e última etapa compreende o aprimoramento do instrumento de gestão, com intuito de legitimar às conclusões do Diagnóstico e fortalecimento das intervenções do CMDCA junto aos profissionais da Rede de Atendimento, aos beneficiários e à comunidade, especialmente aquelas identificadas como os territórios vulneráveis da população infanto-juvenil, consolidando efetivamente as conclusões em relação aos problemas e às potencialidades existentes em Paranavaí.
A coordenadora regional do Observatório das Metrópoles, Ana Lúcia Rodrigues, enfatiza que o núcleo de pesquisa atua há 11 anos junto às prefeituras da região de Maringá, com o objetivo de subsidiar a formulação e implementação de políticas públicas. “Essa é a contribuição da universidade pública para o avanço da democracia e do Estado de Direito assegurado pela Constituição Federal de 1988. A criança e o adolescente são prioridades absolutas segundo a Lei e nossa atuação visa garantir isso”, afirma.
Iniciado em maio de 2016 (Convênio 012/2016), a previsão de conclusão do diagnóstico é em maio de 2017. A primeira e segunda etapas já estão em fase de conclusão. A previsão de início da terceira e quarta etapas é fevereiro e abril do próximo ano, respectivamente.
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| Reunião entre pesquisadores do Observatório das Metrópoles e membros do CMDCA |
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| Reunião entre pesquisador do Observatório das Metrópoles e membros do Conselho Tutelar |
terça-feira, 13 de dezembro de 2016
FÉRIAS!!!
Nesta sexta-feira (23 DE DEZEMBRO) realizaremos o último dia de expediente de 2016.
Retornamos no dia 09 de janeiro de 2017.
domingo, 4 de dezembro de 2016
Trilhas Urbanas: plantação e uso de agrotóxico na área urbana de Maringá
Nesse domingo (04/12) mais uma edição do Trilhas Urbanas percorreu o território de Maringá. O local escolhido foi as imediações do antigo aeroporto. Não bastasse o vazio urbano deflagrado na região, o grupo se deparou com um terreno de 32 alqueires, onde se pratica agricultura com uso de agrotóxicos. A coordenadora do Observatório das Metrópoles Núcleo UEM/Maringá, Ana Lúcia Rodrigues, enfatiza que a prática agrícola nesses moldes está em descumprimento com toda a legislação nacional, do Estado e da cidade. Ela lembrou que o Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo, desde 2008. E que no dia anterior (03/12) foi o Dia Mundial de Luta contra os Agrotóxicos.
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